Aug 3, 2025
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Assuntos Gerais
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O que aprendi ao andar com uma câmera digital velha na bolsa
O que aprendi ao andar com uma câmera digital velha na bolsa
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Voltar a fotografar com uma câmera digital antiga me fez perceber que existe um jeito mais íntimo e verdadeiro de registrar a vida.
Na era das redes sociais, a maioria das pessoas apenas tira fotos para postar em seus stories ou no feed. Não há mais o sentimento de querer guardar um momento, e sim, o sentimento de querer compartilhá-lo da forma mais visualmente perfeita possível. E é nesse cenário improvável que câmeras digitais antigas como a Cybershot têm ganhado cada vez mais destaque.
O uso de câmeras digitais antigas tem crescido entre jovens e criadores de conteúdo, chegando às redes sociais como uma “quebra” das imposições das fotos perfeitas e cheias de filtros. A estética imperfeita e retrô que esses aparelhos captam, mostra a constante busca pelo real de uma geração cercada de coisas falsas.
Susan Sontag uma vez escreveu: “colecionar fotografias é colecionar o mundo”, e cada vez mais vejo que jovens buscam a fotografia não como uma forma de se mostrarem ao mundo, mas também como uma forma de guardar para si memórias importantes, que muitas vezes nem são compartilhadas.
Uma frase de um dos meus filmes favoritos, “A Viagem de Chihiro”, do Studio Ghibli, é: “nada é esquecido de verdade, ainda que você não se lembre.” Fotografias têm a capacidade de resgatar memórias e produzir sentimentos, os momentos nelas capturados se tornam imortais e inesquecíveis por toda a eternidade — ainda que realmente não tenham sido.
Fotografar memórias, para mim, parece ser mais interessante do que capturar a selfie no ângulo e iluminação perfeitos.
Voltar a fotografar com uma câmera digital antiga me fez perceber que existe um jeito mais íntimo e verdadeiro de registrar a vida.
Na era das redes sociais, a maioria das pessoas apenas tira fotos para postar em seus stories ou no feed. Não há mais o sentimento de querer guardar um momento, e sim, o sentimento de querer compartilhá-lo da forma mais visualmente perfeita possível. E é nesse cenário improvável que câmeras digitais antigas como a Cybershot têm ganhado cada vez mais destaque.
O uso de câmeras digitais antigas tem crescido entre jovens e criadores de conteúdo, chegando às redes sociais como uma “quebra” das imposições das fotos perfeitas e cheias de filtros. A estética imperfeita e retrô que esses aparelhos captam, mostra a constante busca pelo real de uma geração cercada de coisas falsas.
Susan Sontag uma vez escreveu: “colecionar fotografias é colecionar o mundo”, e cada vez mais vejo que jovens buscam a fotografia não como uma forma de se mostrarem ao mundo, mas também como uma forma de guardar para si memórias importantes, que muitas vezes nem são compartilhadas.
Uma frase de um dos meus filmes favoritos, “A Viagem de Chihiro”, do Studio Ghibli, é: “nada é esquecido de verdade, ainda que você não se lembre.” Fotografias têm a capacidade de resgatar memórias e produzir sentimentos, os momentos nelas capturados se tornam imortais e inesquecíveis por toda a eternidade — ainda que realmente não tenham sido.
Fotografar memórias, para mim, parece ser mais interessante do que capturar a selfie no ângulo e iluminação perfeitos.
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